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Membros do Comitê Tecnológico debatem manejo de doenças na soja

18/12/2018

Encontro de dezembro conta com participação do palestrante Carlos Alberto Forcelini.

Os associados e membros do Departamento Técnico da Copercampos, integrantes do Comitê Tecnológico da cooperativa, realizaram nesta terça-feira, 18 de dezembro, o último encontro do ano. Neste encontro, o convidado para debater a cultura da soja, especialmente o manejo de doenças foi o Engenheiro Agrônomo e Doutor em Fitopatologia Carlos Alberto Forcelini.

Na roda de conversas, Forcelini, que participou do encontro com apoio da Basf, destacou os cuidados neste momento, especialmente com ferrugem asiática, mofo branco, antracnose e oídio.
“Neste momento, a atenção é para antracnose e manchas foliares que vem da palhada e que gostam de calor e umidade, então depende das condições de chuva, e a tendência é que normalizem as chuvas, com a soja retornando o crescimento e as doenças surgindo, então no vegetativo devemos manejar estas doenças. Oídio aparece cedo, então, nas aplicações já se controla a doença. Neste ano temos visto que a ferrugem tem surgido em regiões com soja mais desenvolvida, e tivemos um inverno que não eliminou a soja guaxa, esse é um dos motivos e o produtor deve ficar atento”, explicou.

Segundo o professor Carlos Forcelini, houve condições do fungo da ferrugem se desenvolver e é preciso manejar desde o período vegetativo. “Nesta safra, nós temos a ferrugem vindo mais cedo e devemos considerar a doença nas aplicações de vegetativo, além das manchas, antracnose e oídio. A ideia que trabalhamos com os profissionais da Copercampos é utilizar produtos de qualidade e utilizar o reforço, porque vamos ter várias doenças atuando na lavoura e que tem características distintas. Usar o reforço é fundamental”.

Para esta safra, Forcelini destaca quatro recomendações principais:
- Fazer aplicações mais cedo, porque é um ano mais favorável a doenças;
- Aplicar em intervalos seguros, com aplicações em 15 dias;
- Escolher produtos mais adequados para cada momento, pois um produto em posição diferente pode mudar seu resultado;
- Utilizar reforços com multissítios;
Ao final da safra, Forcelini ressalta que o produtor deve definir se realiza uma quinta aplicação na área, de acordo com as necessidades.
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Com matriz em Campos Novos, município reconhecido como “Celeiro Catarinense”, a Copercampos tem suas principais atividades focadas na produção e comercialização de cereais, produção de sementes, venda de insumos e agroindústria. Hoje são mais de 50 unidades distribuídas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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